É agora, malas prontas, moto revisada, emplacada (caraca tinha me esquecido de pegar o documento e emplacar ela!), celular carregado, vacina aplicada nos pneus (espero não descobrir se funciona...), falta dormir apesar da ansiedade e descansar pra enfrentar os mil e tantos kilômetros amanhã.
O roteiro agora foi definido em função do tempo, quero estar em Fabriciano amanhã, portanto esquece Vitória... vou direto até BH e de lá pra Fabriciano, depois dou um pulo em Caparaó no domingo com algum parente.
Bom é isso, daqui a pouco as 5 da manhã espero estar deixando Bernô City pra trás e ver o amanhecer na estrada, Mg aí vou eu!
Um espaço pra divagar, sobre viagens de moto, sobre lugares, pensamentos soltos, sobre Deus e sobre motos.
quinta-feira, 29 de julho de 2010
terça-feira, 27 de julho de 2010
Dia do motociclista
Não poderia deixar de comentar algo sobre o dia do motociclista, hoje 27 de julho, já que esse espaço surgiu por causa da moto.
Soube há um tempo do PROJETO DE LEI N.º 7.362, DE 2010 de autoria do Dep. Zarattini, e que trata da redução do valor cobrado dos motociclistas pelo DPVAT, R$ 259,04 contra R$ 93,87 dos automóveis, a disparidade ao meu ver evidencia uma verdadeira discriminação do veículo e por consequência dos cidadãos que dele se utilizam, enquanto vários países no mundo vêem a motocicleta como uma das soluções para problemas de ordem ambiental e significativa redução do trânsito caótico das grandes cidades, nosso país a trata como vilã, tentando solucionar o problema dos acidentes com leis arbitrárias como a da validade do capacete, proibição das motos no corredor, proibição do garupa, tentativas como a de Sp de se colocar no capacete a placa da moto, e onerando os motociclistas com valores absurdos de DPVAT, taxas altas de financiamentos, obrigatoriedade de equipamentos para os quais não há nenhum subsídio, multas pesadas para infrações disparatadas, ausência de política regulamentadora no setor de moto peças que em proporção cobram muito mais caro pelas peças de moto que as de carro...
Em meio a esse mar de imposições que ao longo dos últimos anos vem invadindo a contra gosto a vida dos cidadãos motociclistas, um projeto de lei como esse nos dá esperanças de que ainda podemos ser tratados em primeiro lugar como cidadãos que somos, e em segundo democraticamente como motociclistas, com o Estado entendendo a real importância da motocicleta na economia nacional e criando mecanismos que incentivem o crescimento desse mercado e não o contrário.
Tenho esperança que após esse PL outros venham, que facilitem a nossa vida, nos dêem segurança e que obriguem o Estado a assumir seu papel de oferecer vias públicas transitáveis, segurança, formação decente ao motociclista novato, formação ao motorista que o conscientize da necessidade de respeitar os outros veículos e políticas econômicas que facilitem não só a compra do veículo mas também a manutenção do mesmo.
Resumindo, nesse dia do motociclista eu tenho esperança que chegue o dia em que mesmo estando montado em minha moto, trafegando pela cidade, com o rosto coberto pelo capacete, mesmo assim eu ainda seja visto como o que sou: um cidadão.
Emerson Soares
Cidadão, cristão, motociclista.
Soube há um tempo do PROJETO DE LEI N.º 7.362, DE 2010 de autoria do Dep. Zarattini, e que trata da redução do valor cobrado dos motociclistas pelo DPVAT, R$ 259,04 contra R$ 93,87 dos automóveis, a disparidade ao meu ver evidencia uma verdadeira discriminação do veículo e por consequência dos cidadãos que dele se utilizam, enquanto vários países no mundo vêem a motocicleta como uma das soluções para problemas de ordem ambiental e significativa redução do trânsito caótico das grandes cidades, nosso país a trata como vilã, tentando solucionar o problema dos acidentes com leis arbitrárias como a da validade do capacete, proibição das motos no corredor, proibição do garupa, tentativas como a de Sp de se colocar no capacete a placa da moto, e onerando os motociclistas com valores absurdos de DPVAT, taxas altas de financiamentos, obrigatoriedade de equipamentos para os quais não há nenhum subsídio, multas pesadas para infrações disparatadas, ausência de política regulamentadora no setor de moto peças que em proporção cobram muito mais caro pelas peças de moto que as de carro...
Em meio a esse mar de imposições que ao longo dos últimos anos vem invadindo a contra gosto a vida dos cidadãos motociclistas, um projeto de lei como esse nos dá esperanças de que ainda podemos ser tratados em primeiro lugar como cidadãos que somos, e em segundo democraticamente como motociclistas, com o Estado entendendo a real importância da motocicleta na economia nacional e criando mecanismos que incentivem o crescimento desse mercado e não o contrário.
Tenho esperança que após esse PL outros venham, que facilitem a nossa vida, nos dêem segurança e que obriguem o Estado a assumir seu papel de oferecer vias públicas transitáveis, segurança, formação decente ao motociclista novato, formação ao motorista que o conscientize da necessidade de respeitar os outros veículos e políticas econômicas que facilitem não só a compra do veículo mas também a manutenção do mesmo.
Resumindo, nesse dia do motociclista eu tenho esperança que chegue o dia em que mesmo estando montado em minha moto, trafegando pela cidade, com o rosto coberto pelo capacete, mesmo assim eu ainda seja visto como o que sou: um cidadão.
Emerson Soares
Cidadão, cristão, motociclista.
Revisão
Depois de dois dias no mecânico a Sahara está pronta pra viagem, uma revisão geral com troca de óleo e filtro, um rolamento de roda que estava estourado, troca do balancim da suspensão traseira pra voltar a altura normal, lubrificação dos eixos de roda, cabos, manetes, relação e suspensão traseira, verificação e regulagem dos freios e parte elétrica. O banco deve ficar pronto amanhã, o original é bonito mas conforto não é o forte mesmo! Faltam alguns detalhes ainda, mas agora são só os preparativos finais, o mais importante era a moto e ela já está pronta pra viagem.
Falando na moto, essa é a companheira eleita pra realizar esse sonho, NX 350 Sahara ano 99, nova pra mim mas já bem rodada, está nos 77mil km, mas tem um histórico bom e foi bem cuidada nesse tempo, na revisão foi uma surpresa boa por não ter quase nada pra fazer, espero não ter surpresas ruins na estrada... A escolha da sahara foi meio que pela polivalência do modelo, quem não se surpreende ao ler a avaliação da época do lançamento classificando-a como 3 motos, uma trail, uma urbana e uma estradeira? Claro que como a grande maioria eu preferia ir montado em uma Vstrom ou numa XT660, mas engrosso a massa que tem vontade mas não tem grana e sendo assim, optei pela melhor moto dentro das minhas possibilidades, queria uma trail que pudesse encarar estrada sem medo, mas preciso dela todo dia tb então a escolha óbvia foi a sahara, apesar de velhinha ainda é muito confiável e não tem outra na categoria sem dar um salto astronômico no preço. Depois de alguns meses procurando e vendo várias, essa me escolheu e fui pra São Carlos só pra buscar.
Espero ter ainda muita história pra viver com ela, e quem sabe compartilhar com os amigos virtuais por aqui, e os de sempre pelas estradas afora!
domingo, 25 de julho de 2010
Férias!
Último dia de trabalho, sim... hoje, domingo... prestes a sair e dar adeus ao emprego! Por 15 dias só, claro, trabalhador assalariado é assim mesmo, rs. E pra quem acha que funcionário público não trabalha estou eu aqui trabalhando em pleno domingo, véspera das minhas férias...
O bom é que a contagem regressiva chega hoje num ponto decisivo. Estou de férias e amanhã tem muita coisa pra fazer, agendada a revisão geral da moto no mecânico, ainda faltam algumas coisas pra comprar pra ela, e pra mim também, colocar vacina de pneu, uma mochila impermeável já que o bauleto não vai dar pra colocar muita coisa, mais alguns equipamentos de segurança pra complementar... etc.
O roteiro ainda está um pouco incerto mas liguei pra os parentes de Coronel Fabriciano e o destino já está definido, gostaria de levar um GPS mas ainda estou controlando os custos pra ver se vai dar, se não o google maps (impresso...) vai ter que resolver.
A expectativa é grande, não é nenhuma viagem transcontinental mas como nosso querido país é grande demais o trajeto que vou fazer equivale seguramente a viagens inter-fronteiras em outros continentes! Sendo aqui, em terras desconhecidas pra mim mas ainda assim comuns, a tranquilidade aumenta e a expectativa deixa de ser recheada com tanta incerteza que caracteriza as aventuras, mas se colore de um ar de desafio tão grande quanto já que aventura em suma é desafiar os próprios limites, sejam eles de possibilidades ou coragem, e seguir em frente rumo a dificuldade, aos obstáculos, e voltar.
Na volta é que todo o esforço faz sentido e é essa volta que busco.
O bom é que a contagem regressiva chega hoje num ponto decisivo. Estou de férias e amanhã tem muita coisa pra fazer, agendada a revisão geral da moto no mecânico, ainda faltam algumas coisas pra comprar pra ela, e pra mim também, colocar vacina de pneu, uma mochila impermeável já que o bauleto não vai dar pra colocar muita coisa, mais alguns equipamentos de segurança pra complementar... etc.
O roteiro ainda está um pouco incerto mas liguei pra os parentes de Coronel Fabriciano e o destino já está definido, gostaria de levar um GPS mas ainda estou controlando os custos pra ver se vai dar, se não o google maps (impresso...) vai ter que resolver.
A expectativa é grande, não é nenhuma viagem transcontinental mas como nosso querido país é grande demais o trajeto que vou fazer equivale seguramente a viagens inter-fronteiras em outros continentes! Sendo aqui, em terras desconhecidas pra mim mas ainda assim comuns, a tranquilidade aumenta e a expectativa deixa de ser recheada com tanta incerteza que caracteriza as aventuras, mas se colore de um ar de desafio tão grande quanto já que aventura em suma é desafiar os próprios limites, sejam eles de possibilidades ou coragem, e seguir em frente rumo a dificuldade, aos obstáculos, e voltar.
Na volta é que todo o esforço faz sentido e é essa volta que busco.
quinta-feira, 22 de julho de 2010
Controle dos gastos com a moto
Pensando em ter um controle geral dos gastos, com a viagem principalmente, em termos de combustível, revisão e eventualidades com a moto procurei na net uma planilha que fizesse isso de forma simplificada, como não achei nenhuma completa acabei pegando umas ideias de uma e outra e montei uma planilha no excel que me possibilita ter um histórico da moto e do custo geral dela, tanto com combustível como com manutenção e peças gerais, de forma que pode-se saber quanto custa a moto ao longo do tempo e qual o custo por km tanto de combustível como de manutenção.
Já que não achei nada parecido na net coloco a disposição de quem quiser usar, pra fazer o download é só clicar AQUI
Já que não achei nada parecido na net coloco a disposição de quem quiser usar, pra fazer o download é só clicar AQUI
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Viagens
De ontem pra cá fiquei me lembrando das minhas poucas experiências com a moto na estrada, especialmente da primeira vez com a DT180, uns 3 meses depois de comprá-la fui do abc até Sorocaba, 250km ida e volta. Primeira moto, primeira viagem, primeiro susto! Abasteci ao sair daqui e pelas contas dava pra ir e voltar, só não sabia que a DT na estrada bebe muito mais que na cidade... na volta a noite num trecho da castelo sem nada... acaba a gasolina. Torneira pra reserva, velocidade máxima de 50km/h e fui orando pra aparecer um posto. Graças a Deus rodei uns 40km só até aparecer um, mas ficou a experiência, nunca mais vacilar com combustível! Apesar dessa DT ter muitos km de estrada, meu amigo antigo dono já tinha ido duas vezes ao pantanal sozinho com ela entre várias outras viagens longas, eu nuca mais peguei estrada nela, rs.
Depois dessa algumas outras curtas, com a segunda CB pro litoral algumas vezes, aí já tinha cnh e fui tranquilo, com a Kasinski tb pro litoral, algumas esticadas na Índio Tibiriçá até Suzano na CB, na Kasinski e na Intruder, duas vezes pra Campos do Jordão com meu já ido irmão, uma vez pra Monte Verde na Tornado que era dele, mais algumas pra Itú e Sorocaba, de São Carlos pra cá qdo fui buscar a Sahara e uma pra Bragança há 10 dias. Há claro, a mais longa delas não pode ficar de fora, um bate-volta em Parati com meu cunhado, ele numa Vblade e eu com a Intruderzinha, foram 680km ida e volta num dia, meu recorde por enquanto! hehe
Quando falo em viajar de moto a frase que mais ouço é: "Você é louco!" O que não seria surpresa não fora o fato que ultimamente tenho ouvido muito isso de amigos que são motociclista tb... Vai entender... Eu poderia discorrer como muitos já fizeram sobre o prazer da viagem sem proteção e sentindo o vento no rosto, sobre a interação do homem com o cenário, sobre o espírito de aventura que nos faz sair e o sentimento de realização que temos ao voltar... Mas quero me ater por poucas linhas a um único aspecto: a solidão.
Viajar de moto, seja com garupa, com várias motos ou sozinho te proporciona algo que nenhum outro modo oferece, o momento. A enorme e rara oportunidade de estar só, com seus pensamentos, com a paisagem, com a estrada. Mas ao mesmo tempo é estar integrado, é fazer parte, é ter compania e cumplicidade sem a necessidade da conversa, da fala. Se a viagem é com companheiros em várias motos, a fala é suprimida mas lá está nítido e patente o companheirismo dos amigos unidos pelo destino e pela paixão, não há necessidade de falar, apenas de compartilhar o momento. Se está com garupa, a cumplicidade no propósito e no destino não deixam que o silêncio seja incômodo e a ausência da fala permite aos dois curtir a solidão estando juntos, ter as próprias impressões e sensações mesmo compartilhando o momento. O estar só se resume ao momento que leva inexoravelmente à introspecção, regada pela riqueza da paisagem, da estrada, dos kilômetros vencidos, das sensações que só a moto proporciona, do vento e do frio que emolduram esse quadro indescritível, mas absolutamente marcante.
O momento solidão. Esse talvez seja a maior riqueza proporcionada pela viagem de moto e que nós, loucos que fazemos isso, conscientemente ou não nos apoderamos cada vez que enchemos o tanque e deixamos pra trás nossa casa com milhares, centenas ou apenas dezenas de kilômetros à frente.
Depois dessa algumas outras curtas, com a segunda CB pro litoral algumas vezes, aí já tinha cnh e fui tranquilo, com a Kasinski tb pro litoral, algumas esticadas na Índio Tibiriçá até Suzano na CB, na Kasinski e na Intruder, duas vezes pra Campos do Jordão com meu já ido irmão, uma vez pra Monte Verde na Tornado que era dele, mais algumas pra Itú e Sorocaba, de São Carlos pra cá qdo fui buscar a Sahara e uma pra Bragança há 10 dias. Há claro, a mais longa delas não pode ficar de fora, um bate-volta em Parati com meu cunhado, ele numa Vblade e eu com a Intruderzinha, foram 680km ida e volta num dia, meu recorde por enquanto! hehe
Quando falo em viajar de moto a frase que mais ouço é: "Você é louco!" O que não seria surpresa não fora o fato que ultimamente tenho ouvido muito isso de amigos que são motociclista tb... Vai entender... Eu poderia discorrer como muitos já fizeram sobre o prazer da viagem sem proteção e sentindo o vento no rosto, sobre a interação do homem com o cenário, sobre o espírito de aventura que nos faz sair e o sentimento de realização que temos ao voltar... Mas quero me ater por poucas linhas a um único aspecto: a solidão.
Viajar de moto, seja com garupa, com várias motos ou sozinho te proporciona algo que nenhum outro modo oferece, o momento. A enorme e rara oportunidade de estar só, com seus pensamentos, com a paisagem, com a estrada. Mas ao mesmo tempo é estar integrado, é fazer parte, é ter compania e cumplicidade sem a necessidade da conversa, da fala. Se a viagem é com companheiros em várias motos, a fala é suprimida mas lá está nítido e patente o companheirismo dos amigos unidos pelo destino e pela paixão, não há necessidade de falar, apenas de compartilhar o momento. Se está com garupa, a cumplicidade no propósito e no destino não deixam que o silêncio seja incômodo e a ausência da fala permite aos dois curtir a solidão estando juntos, ter as próprias impressões e sensações mesmo compartilhando o momento. O estar só se resume ao momento que leva inexoravelmente à introspecção, regada pela riqueza da paisagem, da estrada, dos kilômetros vencidos, das sensações que só a moto proporciona, do vento e do frio que emolduram esse quadro indescritível, mas absolutamente marcante.
O momento solidão. Esse talvez seja a maior riqueza proporcionada pela viagem de moto e que nós, loucos que fazemos isso, conscientemente ou não nos apoderamos cada vez que enchemos o tanque e deixamos pra trás nossa casa com milhares, centenas ou apenas dezenas de kilômetros à frente.
terça-feira, 20 de julho de 2010
A moto
Minha história com as motos não começou na infância como a maioria dos amantes dessa máquinas "feitas pra cair", eu sempre admirei mas nunca fanaticamente. Confesso que algumas dessas máquinas povoavam minha imaginação durante a adolescência enquanto seus roncos faziam uma vibrante trilha sonora, a CBX750 era uma delas. Mas a CB400 fazia meus ouvidos a reconhecerem antes mesmo dos olhos, ronco inconfundível desde que a vi do meu lado aos 15 anos pela primeira vez.
Mas foi só aos 24 anos que comprei minha primeira moto, meio de brincadeira conversando com um amigo depois de terminado o culto na igreja:
- Legal essa sua moto, tou pensando em comprar uma.
- É mesmo? Eu tou querendo vender a minha... tou pedindo 1000 reais.
-Sério? Pô! É minha! Vc me empresta o capacete até eu comprar um? Como passa marcha???
Com essa DT rodei por algum tempo sem carta, mas acabei aprendendo na marra, já que cruzava Sp pra ir trabalhar todo dia, em um mês andava junto com os motoboys corredor afora!...
Depois dessa DT foram três CBs 400, duas XR200, uma Kasinski Cruise II, uma Intruder 125 e a atual Nx350, a Sahara. Nesses 10 anos de moto a paixão foi crescendo, a maturidade chegando com a idade e alguns tombos, a necessidade entrando em acordo com a vontade de moto grande, e a vivência com a cidade despertando a atenção da estrada... Mas viagens mesmo foram poucas, todas curtas, até hoje a mais longa foi um bate-volta em Parati-Rj que deu 680km.
Agora completando 10 anos de motociclismo, e a compra da nova companheira sahara, estou prestes a colocar em prática um planos que venho acalentando há muito tempo: uma viagem longa de moto, sozinho já que encontrar amigos pra isso não é fácil. Longa obviamente para os meus padrões atuais, que se Deus quiser serão brevemente ampliados! E esse é o propósito inicial desse blog, compartilhar a experiência, eu e a moto, a estrada a frente, destino definido, trajeto nem tanto, distância programada 2500km, possivelmente "estendíveis".
Então convido vocês amigos de motociclismo a me acompanharem nessa primeira aventura.
Mas foi só aos 24 anos que comprei minha primeira moto, meio de brincadeira conversando com um amigo depois de terminado o culto na igreja:
- Legal essa sua moto, tou pensando em comprar uma.
- É mesmo? Eu tou querendo vender a minha... tou pedindo 1000 reais.
-Sério? Pô! É minha! Vc me empresta o capacete até eu comprar um? Como passa marcha???
Com essa DT rodei por algum tempo sem carta, mas acabei aprendendo na marra, já que cruzava Sp pra ir trabalhar todo dia, em um mês andava junto com os motoboys corredor afora!...
Depois dessa DT foram três CBs 400, duas XR200, uma Kasinski Cruise II, uma Intruder 125 e a atual Nx350, a Sahara. Nesses 10 anos de moto a paixão foi crescendo, a maturidade chegando com a idade e alguns tombos, a necessidade entrando em acordo com a vontade de moto grande, e a vivência com a cidade despertando a atenção da estrada... Mas viagens mesmo foram poucas, todas curtas, até hoje a mais longa foi um bate-volta em Parati-Rj que deu 680km.
Agora completando 10 anos de motociclismo, e a compra da nova companheira sahara, estou prestes a colocar em prática um planos que venho acalentando há muito tempo: uma viagem longa de moto, sozinho já que encontrar amigos pra isso não é fácil. Longa obviamente para os meus padrões atuais, que se Deus quiser serão brevemente ampliados! E esse é o propósito inicial desse blog, compartilhar a experiência, eu e a moto, a estrada a frente, destino definido, trajeto nem tanto, distância programada 2500km, possivelmente "estendíveis".
Então convido vocês amigos de motociclismo a me acompanharem nessa primeira aventura.
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